Fundado em 1/05/1925
Guaiaquil, Equador
No vibrante cenário do futebol sul-americano, o Barcelona de Guayaquil ocupa um lugar de imenso respeito e fervor popular. Sediado na calorosa cidade portuária de Guayaquil, o clube é amplamente conhecido pela alcunha de "El Ídolo do Astillero" (O Ídolo do Estaleiro). Com o seu icónico uniforme amarelo ouro adornado por detalhes em preto e vermelho, o Barcelona representa a alma do povo equatoriano e a força de uma camisola que historicamente desafia os gigantes do continente. Para o colecionador de futebol de botão, o Barcelona do Equador é uma peça de destaque visual obrigatório, simbolizando a tradição e a mística de um dos clubes mais copeiros da América do Sul.
O Ídolo do Estaleiro: Uma História de Paixão Monumental e Epopeias
Fundado em 1º de maio de 1925 no tradicional bairro de Astillero, em Guayaquil, o clube nasceu da união de jovens equatorianos e espanhóis — daí a homenagem à cidade de Barcelona. Rapidamente, o clube caiu nas graças das classes populares, tornando-se o detentor da maior torcida do Equador, uma massa fiel que transforma cada partida num espetáculo de devoção.
O Barcelona escreveu páginas de puro heroísmo na Copa Libertadores. Tornou-se o primeiro clube equatoriano a disputar a final da Libertadores, em 1990, feito que repetiu em 1998. O clube é famoso pelas suas "hazañas" (façanhas), como a histórica vitória sobre o Santos de Pelé na Vila Belmiro em 1971, e as campanhas modernas onde eliminou gigantes brasileiros em pleno Maracanã e Allianz Parque, consolidando a sua fama de visitante indigesto e temido.
Estádio Monumental Isidro Romero Carbo: O Colosso de Guayaquil
A casa do Barcelona é o Estádio Monumental Banco Pichincha (oficialmente Isidro Romero Carbo). É o maior estádio do Equador e um dos mais imponentes e calmosos do planeta, cujo gramado já foi elogiado pelo próprio Rei Pelé como um dos mais belos do mundo. Para o praticante de futebol de botão, simular um jogo no Monumental de Guayaquil é buscar um futebol de forte pressão, velocidade pelas pontas e muita raça nas divididas, honrando a atmosfera sufocante que a torcida "canária" impõe aos adversários.
Ídolos que Imortalizaram o Manto Canário
A trajetória do Barcelona é marcada por lendas locais e estrangeiras que se tornaram divindades para a torcida:
Alberto Spencer: O "Cabeça de Ouro", maior artilheiro da história da Copa Libertadores, que após brilhar no Peñarol, encerrou a sua caminhada sul-americana vestindo a camisola do Barcelona.
Carlos Muñoz: O "Frentón", um atacante talentoso e carismático cuja trágica morte no auge da carreira o transformou num mito eterno da torcida amarela.
Damián Díaz: O "Kitu", maestro argentino da era moderna que regeu o meio-campo com uma técnica refinada, dribles desconcertantes e liderança genial por mais de uma década.
José Francisco Cevallos: O lendário goleiro das grandes campanhas da década de 90, herói em disputas de pênaltis que levaram o clube ao topo do continente.
Washington Muñoz: O "Chancleta", um dos maiores pontas da história do clube, dono de um chute potente e um dos jogadores que mais vezes vestiu a camisa canária.
Um Currículo de Soberania e Glórias Nacionais
O Barcelona ostenta uma das galeria de troféus mais respeitadas do futebol andino, sendo o maior campeão nacional do seu país:
Campeonato Equatoriano, Campeão em 16 oportunidades, o maior recordista isolado do futebol equatoriano;
Copa Libertadores da América, Vice-campeão em 1990 e em 1998;
O Barcelona do Equador na Arte do Futebol de Botão
Produzir artes para futebol de botão do Barcelona Sporting Club é trabalhar com a vibração contagiante do amarelo canário. É um design que oferece um impacto visual fortíssimo nas mesas de jogo, garantindo uma clareza excepcional contra o verde do campo. O escudo, fortemente inspirado no modelo clássico do Barcelona espanhol, traz as cores de Guayaquil na borda inferior e as iniciais "BSC", exigindo uma vetorização geométrica e de cores muito precisa para manter a fidelidade e a nobreza da marca. Nas nossas artes, focamos na saturação perfeita do "Amarelo Ouro" e no contraste nítido com os detalhes pretos e vermelhos para garantir que o Ídolo entre em campo com toda a sua autoridade copeira. Ter o Barcelona-EQU na coleção é indispensável para organizar uma autêntica Copa Libertadores nas mesas de botão.
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Gostei muito bom, mais um Barcelona.
ResponderExcluirFicou lindo Laércio Parabéns pelas Artes
ResponderExcluirMais um pra minha libertadores.
ResponderExcluirFicou show
Bom, bom, bom !
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