CEUB Esporte Clube: O Pioneiro de Brasília que Desbravou o Brasil

 


CEUB
Fundado em 17/10/1968
Brasília, Distrito Federal, Brasil

FUTEBOTON - ARTES PARA FUTEBOL DE BOTÃO


    No cenário nostálgico e romântico do futebol brasileiro dos anos 1970, poucas histórias são tão fascinantes quanto a do CEUB. Nascido dentro do meio universitário da capital federal, o clube que representava o Centro de Ensino Unificado de Brasília chocou o país ao se tornar o primeiro clube do Distrito Federal a disputar a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, em 1973. Para o colecionador de futebol de botão, o CEUB é uma joia de valor histórico inestimável, trazendo a mística da "Era de Ouro" do Brasileirão e o pioneirismo candango para o centro da mesa.


A Revolução Universitária: O Dia em que Brasília Entrou no Mapa do Futebol


    Fundado em 1972 com o apoio de diretores e estudantes da instituição de ensino, o CEUB teve uma ascensão meteórica. Graças à política de expansão do futebol nacional promovida pela antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos) sob o lema "onde o Brasil vai, o malandro vai atrás", o jovem clube universitário foi convidado para integrar o Campeonato Brasileiro de 1973.


   Longe de ser apenas um coadjuvante, o CEUB montou times competitivos e se profissionalizou de verdade. O clube disputou as edições de 1973, 1974 e 1975 do Brasileirão, protagonizando duelos históricos no Maracanã e no Mineirão, provando que a nova capital do país também tinha estirpe para o futebol da elite.


Estádio Pelezão: O Palco dos Primeiros Espetáculos Candangos


    Antes da inauguração do Mané Garrincha, a casa do CEUB nas suas maiores jornadas foi o lendário e saudoso Estádio Édson Arantes do Nascimento, o Pelezão. Foi nesse gramado, hoje eternizado na memória dos brasilienses, que o CEUB recebeu potências como Santos, Flamengo, Palmeiras e Corinthians, arrastando multidões e unindo a população da jovem capital em torno de uma paixão alviceleste. Para o praticante de futebol de botão, simular um jogo com o CEUB é resgatar um futebol cadenciado, de muita superação e taticamente disciplinado.


Ídolos e Personagens da Trajetória Universitária


    A curta e intensa história do CEUB foi escrita por grandes jogadores e técnicos de renome nacional:

  • Fio Maravilha: O carismático atacante, imortalizado na música de Jorge Ben Jor, vestiu a camisa do CEUB em 1976, trazendo todo o seu folclore e gols para o Distrito Federal.

  • Cláudio Garcia: Meia clássico e inteligente que foi o cérebro da equipe nas campanhas do Campeonato Brasileiro.

  • Rildo: O experiente lateral-esquerdo, que jogou a Copa do Mundo de 1966 com a Seleção Brasileira e brilhou no Santos de Pelé, trouxe sua bagagem de craque para liderar o time do CEUB.

  • Humberto Redes: Ponta habilidoso e veloz que infernizava as defesas adversárias no Pelezão.

  • Washington Rodrigues (O "Apolinho"): O famoso jornalista esportivo carioca chegou a comandar a equipe técnica do CEUB na década de 70.


O Pioneirismo no Currículo Nacional


    O CEUB ostenta marcas históricas que ninguém jamais poderá apagar do futebol do Distrito Federal como o primeiro time do Distrito Federal a disputar o Campeonato Brasileiro Série A, que ocorreu em 1973.


    Permaneceu disputando o Campeonato Brasileiro Série A em 1974 e 1975.


Campeonato Brasiliense, Campeão invicto em 1973, com uma vitória histórica sobre o Corinthians por 1 x 0, no estádio Pelezão, que foi o primeiro estádio nacional de Brasília, inaugurado em 1965 no Guará.



O CEUB na Arte do Futebol de Botão


    Produzir artes para futebol de botão do CEUB Esporte Clube é um verdadeiro resgate da arqueologia do futebol brasileiro. O uniforme clássico do time, inteiramente branco com o escudo centralizado ou com listras verticais em azul e branco, remete diretamente aos designs minimalistas e elegantes da década de 70. O escudo, redondo com as letras "CEUB" estilizadas e a clássica bola de gomos ao centro, exige uma vetorização limpa e com forte apelo vintage. Nas nossas artes, focamos na fidelidade das cores e no resgate do padrão da época para garantir que essa lenda candanga entre em campo com toda a sua autoridade retrô. Ter o CEUB na coleção é ostentar uma raridade que todo botonista de respeito vai admirar.


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Comentários

  1. Bacana, não conhecia o time tão pouco a história. Parabéns pelo trabalho.

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  2. Muito interessante a história desses clubes extintos

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